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INCC-M tem alta de 0,85% em julho

O Índice Nacional da Construção Civil – Mercado (INCC-M) desacelerou a alta ao passar de 1,31% em junho para 0,85% em julho, informou nesta quinta-feira a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Até este mês, o índice acumula avanços de 5,87% no ano e de 7,31% em 12 meses.

O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou taxa de 0,63% em julho. No mês anterior, a variação foi de 0,30%. O resultado de julho levou esse índice a acumular altas de 3,08% nos sete primeiros meses de 2012 e de 4,39% em 12 meses.

Já o índice referente a Mão de Obra atingiu 1,05% em julho ante 2,28% em junho. No ano, a variação acumulada é de 8,64% e em 12 meses, de 10,20%. O INCC-M foi calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 de junho e 20 de julho.

Fonte: dgabc.com.br

Índice de Construção Civil sobe 1,30% em maio, diz FGV

O Índice Nacional da Construção Civil – Mercado (INCC-M) subiu 1,30% em maio, variação acima do mês anterior, de 0,83%, segundo divulgou, nesta segunda-feira, a Fundação Getúlio Vargas (FGV). No ano, o índice acumula variação de 3,63% e em 12 meses, de 7,16%.

No quesito materiais, equipamentos e serviços a variação em maio foi de 0,35%, menor do que a de 0,58% no mês anterior. Dentro desse grupo, o de materiais e equipamentos ficou em 0,35%, ante 0,65% em abril. Também houve decréscimo em materiais para estrutura (0,68% para 0,40%), materiais para instalação (1,00% para 0,35%), materiais para acabamento (0,48% para 0,37%) e equipamentos para transporte de pessoas (0,40% para 0,04%).

Os serviços responderam por 0,37% em maio, na comparação com 0,32% em abril, puxado por serviços pessoais, que passou de 0,38% para 0,73%. Já em mão de obra a taxa foi de 2,22%, ante 1,08% em abril. O maior índice veio do Rio de Janeiro, com 4,75%, seguido por São Paulo, com variação de 3,97% devido a reajustes salariais por data-base. Segundo a FGV, em Porto Alegre o impacto foi decrescente, com a taxa passando de 1,13% para 0,52%. A coleta de preços se deu entre os dias 21 do mês anterior e o dia 20 do mês de referência.

Fonte: noticias.yahoo.com

Tecnologia acelera obras do Estádio Nacional

Gruas, guindastes, caminhões-bomba e betoneiras modernas são usados por equipes em três turnos, seis dias por semana, para deixar o estádio pronto até 31 de dezembro

Equipamentos de última geração aceleram as obras do Estádio Nacional

Equipamentos de última geração aceleram as obras do Estádio Nacional

Doze gruas, oito guinchos, meia dúzia de betoneiras e outras tantas de caminhões-bomba, bem como longas mangueiras injetoras de concreto, são alguns dos equipamentos de última geração que estão em pleno funcionamento no canteiro de obras do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha. No local, cerca de três mil operários se revezam em três turnos, seis dias por semana, para atender à determinação do governador do DF, Agnelo Queiroz, de deixar a arena pronta até 31 de dezembro, seis meses antes da Copa das Confederações de 2013.

O esforço está valendo a pena, uma vez que 50% da obra já está pronta.  A arquibancada inferior do estádio está finalizada e a intermediária encontra-se em estágio avançado de construção. Mas, para quem passa pelo Eixo Monumental, só é possível ver os pilares crescendo e as imensas estruturas metálicas amarelas e com longas hastes, como a “ponta do iceberg” de todo esse empenho.Trata-se das gruas e dos guindastes móveis, gigantes de aço desenvolvidos para auxiliar a movimentação de cargas pesadas, tanto na horizontal como na vertical. Essas máquinas têm altura média de 50 metros, o equivalente a um prédio de 17 andares. O planejamento das máquinas a serem utilizadas é feito a partir da demanda gerada pelos serviços e pelo desenho geométrico da obra.
Divisão estratégica O estádio foi dividido pelos engenheiros em duas partes técnicas: a área da Esplanada, onde estão sendo erguidos os pilares de concreto, as rampas de acesso e as arquibancadas superiores; e o bowl, nome dado à parte interna do estádio onde estão localizados o campo e as arquibancadas inferiores. Oito gruas foram fixadas na Esplanada e quatro no bowl. As hastes, ou lanças, como são chamadas tecnicamente as gruas, têm entre 55 e 60 metros de comprimento e podem realizar um giro de 360º.

Dentro de uma simetria planejada, as 12 gruas movimentam com dinamismo cargas em 90% do canteiro de obras, sem que uma lança colida com a outra. Oito guindastes móveis de pequeno, médio e grande porte ficam responsáveis pelos 10% dos espaços restantes.

Uma das grandes utilidades das gruas, por exemplo, é auxiliar na construção dos 668 pilares do Estádio. Para isso, precisam içar armações tubulares de aço com cerca de 1,2 metro de diâmetro e quase 2 metros de comprimento no sentido vertical. Em seguida, as lanças levam essas peças na horizontal e as sobrepõem sobre os pilares, que estão sendo alongados até atingir a altura de 40 metros do solo.
Segurança As normas de segurança são outro destaque do local. Por isso, quando uma grua ou guindaste faz a movimentação de determinada carga, uma sirene é disparada, e todos os operários precisam sair da circunferência referente ao alcance da grua. Na área isolada permanecem apenas os sinaleiros, fornecendo coordenadas ao operador.

Para trabalhar no estádio,  operadores e sinaleiros precisam passar por treinamentos específicos. Além disso, os operadores são responsáveis pela checagem preventiva de parte da manutenção dos equipamentos com os quais trabalham a cada semana e são obrigados a usar cinto de segurança, talabarte e trava-quedas na linha de vida.