Cursos gratuitos na área de construção civil em Santo André

O CTM, caminhão itinerante da Saint-Gobain que percorre diversos estados brasileiros, chega a Santo André com cursos gratuitos de especialização para profissionais e estudantes da área.

O CTM tem como objetivo estreitar o relacionamento das empresas do Grupo Saint-Gobain com profissionais da construção civil, por meio da experimentação de produtos em um espaço climatizado, com capacidade para até 20 pessoas em cada turma. Com essa iniciativa, a empresa contribui para a capacitação dos trabalhadores e para o desenvolvimento da economia.
Os participantes serão treinados para aplicação dos produtos da marca Weber (fabricante dos produtos quartzolit). A base para os cursos é a mais avançada tecnologia em soluções construtivas das marcas da Saint-Gobain.

Serviço:
Centro de Treinamento Móvel Saint-Gobain – Telhanorte Santo André II
Data: 24 e 25 de julho de 2015

Cursos:
24/07: Weber: treinamento dos vendedores às 14h30;
25/07: Weber: demonstração de produtos quartzolit às 10h, 11h, 14h e 16h.
Endereço: Av. Pereira Barreto, 2.444, Jd. Bom Pastor – Santo André, SP
abcdoabc.com.brInscrições pelo telefone: (11)3636- 2615

Sobre o Grupo Saint-Gobain

Em 2015, a Saint-Gobain está comemorando seu 350º aniversário com 350 razões para acreditar no futuro. Apoiada por sua experiência e sua capacidade de inovar continuamente, a Saint-Gobain, líder mundial no mercado de habitat, projeta, fabrica e distribui materiais de construção de alta performance, fornecendo soluções inovadoras para enfrentar os desafios de crescimento, eficiência energética e proteção ambiental. Com vendas de 41 bilhões de euros em 2014, a Saint-Gobain opera em 64 países e tem cerca de 180 mil funcionários.

No Brasil há 78 anos, estão entre suas principais marcas: Brasilit, Carborundum, Isover, Norton, PAM, Placo, Quartzolit, Sekurit e Telhanorte. São 17 mil funcionários diretos e indiretos no País e vendas anuais de R$ 9,8 bilhões em 2014, 57 fábricas, 37 centros de distribuição, 11 mineradoras, 38 lojas e 21 escritórios comerciais.

abcdoabc.com.br

Fiesp: PIB da construção civil tem queda real de 2,7% no 1º trimestre

O Produto Interno Bruto (PIB) da cadeia da construção civil registrou queda real de 2,7% no primeiro trimestre deste ano.

Na comparação com o mesmo período de 2014, segundo levantamento feito pelo Departamento da Indústria da Construção (Deconcic) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). O estudo mostra estimativas do investimento em obras, do PIB e do emprego na cadeia produtiva no primeiro trimestre de 2015.

Segundo o levantamento, o setor ocupou 13,5% de toda a força de trabalho do País e movimentou R$ 253,3 bilhões nos três primeiros meses deste ano. O estudo mostrou, no entanto, que o primeiro trimestre de 2015 registrou perda de 431 mil postos de trabalho. Construção informal e construtoras foram os principais segmentos que colaboraram com a queda.

A indústria de materiais e as construtoras, que juntas detinham 51,4% do PIB setorial, foram as que mais contribuíram para a retração, com queda de 8,1% e 4,5%, respectivamente.

Para Carlos Eduardo Auricchio, diretor-titular do Deconcic, o segundo semestre deve mostrar resultados piores e pode atingir também os setores de comércio e serviços. Entre os fatores negativos dos primeiros três meses do ano, o executivo citou a falta de investimentos em obras, os juros elevados, a inflação alta e o atraso nos pagamentos do governo às construtoras.

parana-online.com.br

Operários da construção civil fazem protesto nas avenidas de Fortaleza

Trabalhadores pedem reajuste salarial de 7,8% para 14%.
Categoria deve se reunir na Praça Portugal.

Operários da construção civil realizam protesto por ruas e avenidas de Fortaleza nesta quarta-feira (1º). Segundo Nestor Bezerra, dirigente do Sindicato da Construção Civil, a categoria percorre as Avenidas Engenheiro Santana Júnior, Santos Dumont e Avenida Frei Cirilo, no Bairro Messejana, além de avenidas nos bairros Cocó e Cambeba. O objetivo é parar todos os canteiros de obras de Fortaleza.

Ainda segundo Nestor Bezerra, os trabalhadores vão se reunir por volta das 10h, na Praça Portugal. No local, a categoria vai decidir se retornar para os canteiros de obra ou continuam com as paralisações.

Reinvindicações
Os trabalhadores pedem reajuste salarial de 7,8% para 14% e o aumento na cesta básica dos trabalhadores em construção civil de R$ 90 para R$ 130,00.

A categoria informou também que já foram realizadas várias rodadas de negociações com o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Ceará (Sinduscon-CE), mas não chegaram em nenhum acordo.

Em  nota, o Sinduscon disse que ”a greve dos operários da construção civil, promovida pelo Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil da Região Metropolitana de Fortaleza (STICCRMF), é ilegal e abusiva, uma vez que eles estão descumprindo a lei de greve”. Os trabalhadores, segundo o Sinduscon, descumprem ordem judicial, além de invadir, depredar canteiros e ameaçar trabalhadores.

g1.globo.com