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Custo da construção civil mantém estabilidade em São Paulo

Em fevereiro, a variação foi -0,01%, apontou o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP) e a Fundação Getulio Vargas (FGV)

São Paulo – Pelo segundo mês consecutivo este ano, o custo unitário básico (CUB) da construção civil do estado de São Paulo ficou praticamente estável. Em fevereiro, a variação foi -0,01%, apontou o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP) e a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Com a definição da variação do CUB para fevereiro, o preço médio do metro quadrado ficou em R$ 1.024,63. O CUB é um índice oficial que reflete a variação dos custos do setor e que é utilizado nos reajustes dos contratos das obras.

Os custos das construtoras com materiais de construção oscilaram -0,02% em fevereiro, na comparação com o mês anterior. Os custos com mão de obra e os salários dos engenheiros também permaneceram estáveis no mês, sem variação.

fonte: exame.abril.com.br/

Imetropará avalia itens de segurança da indústria e da construção civil

18% dos equipamentos de segurança individual testados foram reprovados.
Fiscalização ocorreu em estabelecimentos de Belém e Altamira.

Equipamentos de segurança individual usados por trabalhadores da indústria e da construção civil passaram por teste do Instituto de Metrologia do Pará (Imetropará), dentro da operação Mãos à Obra, realizado até o último dia 8. O balanço da fiscalização foi divulgado nesta terça-feira (19).

Os fiscais visitaram dez estabelecimentos em Belém e Altamira. Do total de materiais analisados, 18,80% foram reprovados. Foram fiscalizados 5.829 capacetes de segurança, dos quais 895 foram reprovados e 115 interditados; 5.450 máscaras semifaciais filtrantes, sendo 1.232 reprovadas e 26 interditadas; e 32 luvas isolantes de borracha, todas aprovadas.

A operação ocorreu em lojas de construção civil de todo o país para verificar se os equipamentos estão dentro das normas exigidas pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

“Esta ação visa assegurar a segurança do trabalhador, pois é a garantia de que estão usando equipamentos que foram testados e que vão protegê-los de fato durante suas atividades”, disse Luiziel Guedes, presidente do Imetropará.

Em caso de dúvida ou denúncia, o cidadão pode entrar em contato com a Ouvidoria do Imetropará pelo telefone 0800-280-1919, de segunda a sexta-feira, de 8h às 14h.

Fonte: g1.globo.com

Cai a confiança da construção civil

O Índice de Confiança da Construção (ICST), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) na pesquisa Sondagem da Construção, registrou queda de 4,8% no trimestre encerrado em janeiro deste ano.

A redução é mais intensa do que a de 3,3% verificada no trimestre encerrado em dezembro. A exemplo do comportamento verificado na pesquisa anterior, essa piora reflete, principalmente, o segmento de preparação de terreno (de -7,8% para -11,3%).

Já em obras de infraestrutura para engenharia elétrica e de telecomunicações diminuiu a intensidade de queda (de -7,6%, em dezembro, para -3,8%, em janeiro).

O Índice da Situação Atual (ISA) apresentou a maior queda desde setembro de 2012, ao ficar em -5,7% ante -3%. O Índice de Expectativas (IE-CST) passou de -3,5% para -3,9% no período.

Das 700 empresas consultadas, 24,1% avaliaram que houve aumento da atividade no trimestre encerrado em janeiro. Essa taxa é inferior à apurada em igual período do ano passado (28,7%). Para 14,9%, ocorreu redução da atividade, proporção ligeiramente abaixo da registrado no mesmo período de 2012 (15,7%).

Os empresários demonstraram maior pessimismo quanto à evolução dos negócios para os próximos seis meses. A taxa que mede o otimismo caiu de -1,9% para -3%. Do total consultado, 42,1% preveem aumento de demanda ante 46,2% que tinham essa mesma percepção no trimestre passado. Ficou praticamente estável a parcela que espera uma redução (de 4,6% para 4,7%).

Os técnicos da FGV alertam que, embora a pesquisa tenha apresentado uma piora pontual, na comparação com as de trimestres anteriores ao longo do ano, há uma gradual recuperação da confiança dos empresários.

No primeiro trimestre, o índice foi negativo em 6,6%. No segundo, ficou em -9,5%; no terceiro, em -7,8%; e no quarto, em -3,3%.

Fonte: tribunadabahia.com.br