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Operário da construção civil morre com pedrada em Bertioga, SP

Crime ocorreu na tarde deste domindo (17) enquanto o trabalhador dormia.
Assassino trabalhava na mesma obra que a vítima.

Um operário da construção civil morreu na tarde deste domingo (17) em Bertioga, no litoral de São Paulo, após ser atingido por uma pedra enquanto dormia. O crime ocorreu dentro do alojamento dos trabalhadores de um canteiro de obras no bairro Morada da Praia.

Segundo informações da Polícia Militar, o assassino e a vítima trabalhavam na mesma obra. Os dois teriam brigado e, um tempo depois, enquanto um operário dormia, o outro o acertou com uma pedrada na cabeça.

O autor do crime foi preso ainda no início da noite de domingo e encaminhado para a Delegacia Sede de Bertioga, onde a ocorrência foi registrada.

Fonte: g1.globo.com

Mortes na construção civil neste ano já alcançam a marca de 2012

Em pouco mais de um mês, a construção civil da Bahia já registrou o mesmo número de mortes por acidentes de trabalho que em 2012. O operário Lázaro de Oliveira Silva, 21 anos, foi a quarta vítima fatal nos canteiros de obras do estado somente este ano. O ajudante comum, contratado pela empresa RJ na obra do Condomínio Eliza Cavalcanti, no bairro do Imbuí, em Salvador, caiu do alto de um dos prédios em construção, no último dia 7, e não resistiu à queda.

A categoria, que está em campanha salarial, tem entre as principais reivindicações a necessidade de mais segurança e prevenção aos acidentes. Os números do setor que mais gera empregos na Bahia são alarmantes. Em 2011, ocorreram 99 acidentes do trabalho, com 18 mortes; em 2012, o mesmo número de acidentes, com quatro mortes.

De acordo com a diretoria do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção Civil e Madeira da Bahia (Sintracom-BA), a falta de fiscalização dos órgãos competentes, unida a ganância patronal que considera investimentos em segurança como gasto, tem contribuído para essa triste estatística.

O dirigente da CTB Bahia e membro da diretoria do Sintracom, Florisvaldo Bispo, denuncia que, no estado, o número de fiscais da Superintendência do Ministério do Trabalho é muito aquém da demanda. Segundo ele, o sindicato busca novas estratégias para garantir a segurança nos canteiros. “Vamos cobrar do órgão responsável por liberar os alvarás, que as licenças sejam expedidas somente após a verificação das condições de trabalho e da área de vivência”.

O dirigente alerta ainda que em março deste ano se encerra o prazo limite indicado pelo MTE para a troca dos elevadores a cabo pelos do tipo cremalheira. Em 2011, o rompimento do cabo de segurança de um elevador vitimou, de uma única vez, nove operários em Salvador.

Fonte: vermelho.org.br

FGV prevê crescimento de 4% para o setor da construção civil neste

Em 2012, a classe média brasileira chegou a movimentar cerca de R$ 1 trilhão com bens duráveis e não duráveis, segundo dados estatísticos do governo. São mais de 100 milhões de brasileiros, ou 53% da população total do país enquadrados neste contexto. Para este ano, o Instituto de Pesquisa Data Popular estima que mais de R$ 1,2 trilhão devem ser gastos com bens de consumo pela classe C, sendo que R$ 48,6 bilhões serão destinados para a construção e reforma da casa.

Com isso, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) acredita que o setor da construção civil deve crescer 4% em 2013, comparado com o igual período de 2012.

Ainda segundo o levantamento da Data Popular, a expectativa de despesas em serviços da classe média chega a 66,3%. Aliado a estes dados, nos últimos 10 anos o aumento do salário mínimo foi de 172,5%, gerando uma maior demanda pelo consumo em diversos setores. Entre os anos de 2002 e 2012, houve um acréscimo de mais de 35 milhões de pessoas na classe C, e consequentemente, um aumento significativo na lista de potenciais consumidores no mercado, inclusive para o setor da construção.

Fonte: monitormercantil.com.br