Ações preventivas contribuem para redução de acidentes na construção civil

Com um ritmo intenso de trabalho e atividades que demandam esforços repetitivos e escaladas em grandes alturas, trabalhadores do ramo da construção civil enfrentam vários perigos no exercício da profissão. Quedas, carregamento de peso de forma incorreta, descaso com Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e falta de fiscalização são alguns dos fatores que podem gerar acidentes graves no setor. Contudo, algumas atitudes simples podem ajudar a evitar esse tipo de situação.

De acordo com a gerente de Recursos Humanos da Emadel Engenharia e Obras, Josi Moraes, não há registros de ocorrências entre funcionários da empresa nos últimos anos.   “A redução de acidentes foi possível graças ao investimento em ações preventivas dentro dos canteiros. Qualquer erro, engano ou descuido pode desencadear uma série de consequências, com perdas muitas vezes irreparáveis”, afirma Josi.

Entre as medidas adotadas pela empresa, estão a distribuição de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), como luvas, capacetes, cintos, botinas e máscaras, a capacitação de funcionários por meio de cursos e palestras, além de fiscalização constante pelos técnicos de segurança e mestres de obra.

Materiais didáticos
Para que o acompanhamento dê certo, todos os profissionais devem ser treinados para o exercício e supervisão da segurança no meio de trabalho. Logo na admissão, os colaboradores recebem cartilhas ilustrativas com orientações sobre proteção respiratória, uso de cintos de segurança, bem como uma lista de todos os EPIs obrigatórios, acompanhados por fotos, nome e finalidade de uso.

De acordo com Josi, as medidas que devem ser tomadas pelas empresas são simples e de fácil aplicação, porém exigem comprometimento tanto por parte da organização como do funcionário, configurando uma espécie de controle de perdas. “O colaborador presente no canteiro de obras traz resultados positivos, enquanto seu afastamento por conta de acidente de trabalho provoca danos financeiros para a organização e para si próprio, além ficar parado por conta de recuperações físicas e emocionais”, explica a gerente.

Fonte: paranashop.com.br