Arquivo mensais:maio 2014

Monoforte substitui a alvenaria tradicional na construção civil

Consolidando seu compromisso com a tecnologia e o respeito ao meio ambiente, a Termotécnica se fortalece no segmento da Construção Civil a partir do Sistema Construtivo Monoforte.
Painéis monolíticos de EPS (isopor®) integrados a malhas de aço galvanizado substituem a alvenaria estrutural ou alvenaria de vedação. Inovador, seguro e ecoeficiente, o Sistema Construtivo Monoforte é indicado para todos os tipos de edificações, como residências, escritórios e indústrias.
As tubulações de hidráulica, esgoto e elétrica são instaladas entre os painéis e a tela metálica, resultando em um sistema resistente rápido e econômico.
Relatórios técnicos comprovam a eficácia desta solução, que já é muito utilizada na construção civil em diversos países.

Diferencial
Contribuindo para a valorização do empreendimento e a otimização do processo construtivo, a utilização do Sistema Construtivo Monoforte favorece o isolamento térmico e acústico, além de reduzir em cerca de 40% o tempo de execução e da mão-de-obra necessária.
Ao utilizar o Monoforte, há uma redução de 15 a 20% no valor do m² construído na alvenaria convencional e a facilidade se estende ao transporte do material, que é leve e compacto.

Edifício Verde
O EPS é um material 100% reciclável e reutilizável. As obras se tornam ainda mais ecoeficientes a partir do menor consumo de energia e da redução em 75% do volume de água utilizado.

Vantagens em números
– Redução de 15 a 20% no preço do m² (em relação à alvenaria convencional)
– Mais de 80%de redução de resíduo da obra
– Economia de 75% no consumo de água da obra
– Ganho de produtividade em até 40% no tempo total de obra
– Material retardante à chama
– Não prolifera cupins e fungos
– Facilidade para fixar as tubulações
– Facilidade de transporte do material
– Material 100% reciclável

O Monoforte pode ser adquirido através dos seguintes canais:
termodirect@termotecnica.com.br
Telefone: (47) 3451-2626

Sobre a Termotécnica
A Termotécnica é considerada uma das maiores indústrias mundiais de transformação de EPS (isopor®) e líder no mercado brasileiro deste segmento. Produz soluções para Construção Civil, Embalagens e Peças Técnicas, Conservação, Agronegócios e Movimentação de Cargas.
Aos 53 anos, sua trajetória é marcada pelo empreendedorismo e desenvolvimento tecnológico. Também pelo forte vínculo com a sustentabilidade e a proteção ao meio ambiente, com ações em todo o processo produtivo, como a logística reversa e a reciclagem.

fonte: pautas.incorporativa.com.br

Construção civil quer inclusão da categoria no Plano Nacional de Habitação

Cerca de cinco mil trabalhadores da construção civil de Manaus fizeram uma caminhada de protesto pacífico nesta sexta-feira (9) para reivindicar o apoio do governador José Melo e da prefeitura em relação a oferta de um plano de habitação para a categoria.

Segundo o presidente do Sindicato do Trabalhadores da Construção Civil, Montagem e Manutenção Industrial do Amazonas (Sintracomec-AM), Cícero Custódio, a ideia é chamar a atenção para a inclusão dos operários no Plano Nacional de Habitação, do governo federal.

A concentração ocorreu na frente do sede do governo estadual, localizada na avenida Brasil, bairro Compensa 2, Zona Oeste de Manaus, de onde os trabalhadores, após serem recebidos pelo governador José Melo, partiram para o centro via avenida Epaminondas até a avenida Eduardo Ribeiro.

“Queremos ser incluídos no Programa Minha Casa, Minha Vida, além de mais assistência à saúde e melhores condições de trabalho. Chega a ser um disparate construirmos tantas casas e não termos um plano de habitação para nós mesmos”, considerou Cícero Custódio.

Na ocasião, Melo elogiou o movimento ordeiro e recebeu uma pauta com as reivindicações da categoria, que conta atualmente com mais de 90 mil trabalhadores em todo o Estado, de acordo com o Sintracomec.

fonte: emtempo.com.br

Vagas na construção civil crescem 131% em dez anos

Em 10 anos a indústria da construção do Grande ABC ampliou o quadro de funcionários em 131%. Em 2003, 19.177 trabalhadores atuavam no setor. No ano passado, este número passou para 44.378.

Durante o período, a economia do País proporcionou estabilidade financeira para as famílias, para aproveitar o cenário os bancos ampliaram a oferta de crédito habitacional e como consequência as construtoras direcionaram seu foco para a região.

Conforme explica a diretora-adjunta da regional do SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção do Estado de São Paulo) no Grande ABC, Rosana Carnevalli, a região também passou a ter grande oferta no período por causa dos baixos preços dos terrenos e pela infraestrutura das cidades.

“Nesses dez anos, o Grande ABC começou a ser visto como uma localização estratégica, pelo acesso através do Rodoanel. Além disso, houve mudança do plano diretor no centro de São Paulo, o que incentivou as incorporadas virem para cá, já que havia maior oferta de terrenos com coeficiente (quantidade de área construída permitida por metro quadrado de terreno)”, disse.

Conforme analisou o gerente de pesquisa da Fundação Seade, Alexandre Loloian, o momento econômico também favoreceu a expansão da oferta de emprego. “Com o aumento do poder de compra das famílias e as facilidades do financiamento da Caixa Econômica Federal, o setor cresceu bastante.”

Apesar do aumento comparado em dez anos, o setor começou a mudar a curva de crescimento do empregos de 2010 para 2011, passando de 48.104 vagas a 47.915.

Para Loloian, foi quando os problemas de oferta de crédito começaram a impactar no número. “Hoje há problemas de endividamento das famílias e também nos juros do financiamento. Resumindo, se não há oferta de crédito e poder de compra, não há crescimento nas vagas de emprego do setor”, explicou.

ROTATIVIDADE

Segundo dados da PED (Pesquisa de Emprego e Desemprego) do Grande ABC, da Fundação Seade, divulgado em janeiro deste ano, os trabalhadores da área representam 5% do total da população ocupada da região.

Conforme Loloian, pela construção de empreendimentos, o setor acaba tendo grande rotatividade. “É um dos setores que sempre foi caracterizado por isso. Porém, também houveram muitas melhoras em relação a formalização, já que houve aumento do emprego com carteira assinada. A questão do rendimento também, quando há comparação com alguns anos atrás, se pagava muito pouco. Hoje fica bem próximo do que é pago pelo comércio.”

PROJEÇÃO

Para Rosana, a expectativa é de que o setor cresça em torno de 2% neste ano em relação a vaga de empregos. “Acredito que esse seja mais ou menos o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto), já que não estamos em momento econômico tão propício e tudo acaba passando pela construção civil. As coisas estão caminhando lentamente em relação a investimentos, mas enquanto a região tiver demanda, acredito que haverão construções.”

Já Loloian é mais otimista, mas pondera alguns fatores necessários. “É uma questao de conciliação entre o preço cobrado, o custo do preço cobrado e condições de financiamento para a demanda da população.”

fonte: dgabc.com.br