Arquivo mensais:fevereiro 2013

Secretaria prepara mulheres para atuarem na construção civil

No dia 25, a secretária-adjunta da Secretaria da Mulher do DF, Valesca Rodrigues Leão, participou da aula inaugural da terceira etapa do programa Mulheres na Construção.

As duas turmas formadas para esta fase (uma de pintora e outra de azulejista) compreendem as vagas remanescentes de ex-alunas. O curso é uma iniciativa da Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco), em parceria com a Secretaria da Mulher, com o Instituto Federal de Brasília (IFB) e com o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF).

O Programa Mulheres na Construção é uma proposta para qualificação de pessoas, prioritariamente mulheres, e beneficiários de programas sociais de transferência de renda. Na primeira edição do programa, foram oferecidas cinco turmas, sendo três para pintora de obras e duas para azulejista, cada turma com 40 vagas.

Para Valesca Leão a inserção das mulheres em áreas do mercado predominantemente masculinas é um dos caminhos para se mudar o cenário de uma economia machista. “No setor da construção civil, estes valores assumem uma concepção ainda maior, tendo em vista que este é um ramo novo para a maioria das cursistas e que será conquistado e desbravado por elas, no projeto Mulheres na Construção”, destacou.

O diferencial deste curso é que vai além do ensinamento técnico. Ele oferta, também, noções de cidadania e direitos da mulher, direitos do trabalho, economia solidária e empreendedorismo, além de matemática e português aplicados, bem como conhecimentos relacionados à formação profissional de azulejista e pintora de obras.

fonte: vermelho.org.br

Santo André lidera geração de empregos na indústria e na construção civil no ABC

Segundo dados do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), indicador do Ministério do Trabalho, o resultado de janeiro apontou Santo André como líder de desempenho nos setores de indústria de transformação e construção civil.

No primeiro setor, o município andreense somou um saldo de 324 vagas, contra 200 de Diadema, 186 de Mauá, 176 de São Caetano, 54 de Ribeirão Pires, 31 de São Bernardo e 15 de Rio Grande da Serra. Totalizando 986 oportunidades de trabalho. “O dado chama a atenção pelo fato de janeiro não ser sazonalmente um mês de saldo muito positivo. Foi um resultado significativo para a indústria”, informa o economista da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Trabalho de Santo André, Sandro Maskio.

Outro indicador positivo ficou por conta do setor de construção civil. O município gerou 207 vagas em janeiro, acima de Ribeirão Pires com 15, Rio Grande da Serra com 14 e Mauá com uma. As cidades de São Bernardo, Diadema e São Caetano registraram déficit de -327, -144 e -100, respectivamente. Ao todo, a região perdeu 334 vagas. “Podemos destacar que há uma melhora da expectativa na economia”, conclui Maskio.

Na soma do total de setores, no mês passado, Santo André, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra tiveram saldo de vagas positivo em janeiro, ficando com 144, 305, 137 e 14, respectivamente. Já São Bernardo, Diadema e São Caetano apresentaram queda de -838, -114 e -397.

De acordo com a vice-prefeita e secretaria de Desenvolvimento Econômico de Santo André, Oswana Fameli, “o município buscará aperfeiçoar a cultura empreendedora da cidade, incentivando o comércio exterior e fortalecendo todos os setores da economia.”

No país, foram criados 28,9 mil empregos com carteira assinada, correspondentes ao crescimento de 0,07% em relação ao estoque do mês anterior, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. No mês, foram declaradas 1.794.272 admissões e 1.765.372 desligamentos.

fonte: reporterdiario.com.br

Acidente de trabalho na construção civil deixa 29 feridos por dia em MS

Acidentes de trabalho têm aumento de 5,11% em Mato Grosso do Sul em 2011 na comparação com 2010, com a liderança das ocorrências nos setores construção civil. Por dia, em média 29 trabalhadores sofrem acidente que deixam ferimentos. Em 2011, 10.619 trabalhadores ficaram feridos, sendo 7.999 com CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho), cadastrada no INSS e 2.620 casos sem cadastro. Os dados são do Tribunal Regional do Trabalho da 24ª Região.

A grande quantidade de acidentes reflete nos cofres públicos. De acordo com estimativas do TST (Tribunal Superior do Trabalho), o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) gasta o equivalente a R$ 14 milhões no Estado com trabalhadores que ficaram afastados por acidente de trabalho ou que tiveram sequelas e com isso a capacidade de trabalho reduzida. “Sem dúvida, a construção é o segmento no qual ocorre o maior número de vítimas fatais. Em 2011, houve 2.796 mortes, 300 a mais que em 2010”, comentou o presidente do TST, João Oreste Dalazen.

Para reduzir os números, segundo Dalazen, é preciso que haja conscientização. “Tanto de empregados quanto de empresários para a necessidade de redução urgente dos casos de acidentes em todo o país, que dobrou nos últimos anos e tende a se agravar com as obras da indústria da construção”, enfatizou.

O pedreiro João Francisco Ferreira, 53 anos, funcionário de uma empreiteira, faz parte da estatística de 2011. Ele teve o tornozelo fraturado depois de cair de uma altura de seis metros do 1° andar de um prédio, que pode ter sido causada por um falta de EPI (Equipamento de ). “Por pouco não me feri mais gravemente. Graças a deus foi só o tornozelo quebrado e uns arranhões”, disse.

Ele ficou afastado por seis meses do trabalho e até hoje tem sequelas do acidente. “Sinto ainda muita dor no pé, principalmente quando esfria”, completou.

Dados

Dos 7.999 acidentes de trabalho comunicados ao INSS, 6.155 foram por motivos típicos, decorrentes da característica da atividade profissional desempenhada pelo acidentado; 1.601 por acidentes de trajeto e 243 por doença de trabalho.

Quando considerada a quantidade de acidentes do trabalho liquidados, ou seja, correspondente ao número de acidentes cujos processos foram encerrados administrativamente pelo INSS, depois de completado o tratamento e indenizadas as sequelas, os números de 2011 são 4,8% maiores dos que o do ano anterior. Foram registrados em MS 10.948 acidentes do trabalho liquidados, dos quais 1.535 referem-se à assistência médica, 9.121 à incapacidade temporária, 228 à incapacidade permanente e 64 são óbitos, nesse caso totalizando 20 casos a mais do que em 2010.

fonte: midiamax.com.br