Arquivo mensais:janeiro 2013

Atividade na indústria da construção caiu

Dados mostram desempenho abaixo da média pelo oitavo mês consecutivo, mas empresários seguem otimistas

A atividade da indústria da construção registrou fraco desempenho em dezembro, fechando o ano de 2012 com 45,8 pontos. Os dados são da Sondagem da Indústria da Construção, divulgada na última terça-feira (29), pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

 

O índice se manteve novamente abaixo da linha divisória dos 50 pontos, indicando atividade desaquecida. Após a aparente interrupção do movimento de queda da atividade do setor com o resultado de outubro (50,1), o dado voltou a recuar em novembro, quando marcou 46,3 pontos, apresentando queda ainda maior no último mês.

Os três setores da indústria da construção apresentaram redução nas atividades no período, sendo o de serviços especializados o que apresentou a maior queda, passando de 48,5 no mês anterior para 42,9 em dezembro. O setor construção de edifícios foi de 47,1 para 45,7 e o de obras de infraestrutura, de 52,5 para 46,7.

O indicador de atividade em relação ao usual continua abaixo do esperado para o período, registrando queda pelo oitavo mês consecutivo, com 46,5.

Mesmo com cenário atual ruim, os empresários seguem otimistas para o próximo semestre. O indicador de expectativa em relação ao nível de atividade cresceu pelo segundo mês consecutivo, passando de 56,3 pontos em dezembro para 59,3 pontos em janeiro deste ano.

E o cenário otimista se repetiu nos resultados da expectativa em relação aos novos empreendimentos e serviços (60,1), previsões de compra de insumos e matérias-primas (58,5) e de indicador de expectativa de evolução do número de empregados (57,7).

Fonte: piniweb.com.br

Construção civil gerou 149 mil novos empregos em 2012

Setor registrou aumento de 5,17% nas contratações no ano

Foi criado 1,3 milhão de postos de trabalho com carteira assinada no País no ano passado, indicando crescimento de 3,43% frente ao estoque de empregos em dezembro de 2011. O setor da construção civil gerou 149 mil empregos, registrando o crescimento de 5,17% no período. Os dados referentes ao Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) foram divulgados na última sexta-feira (25) pelo Ministério do Trabalho.

 

No total, foram registrados 21,6 milhões de admissões e 20,3 milhões de desligamentos no período, originando o saldo. Com exceção do setor dos serviços de utilidades públicas, todos os grupos de atividades econômicas sondados pelo índice apresentaram aumento de emprego.

De acordo com o ministro Brizola Neto, o resultado mostra que o Brasil respondeu positivamente aos efeitos da crise internacional. Ele acredita que o desempenho se deve às medidas adotadas pelo governo, como queda nas taxas de juros, desonerações diretas e indiretas e obras de infraestrutura, principalmente.

Todas as regiões apresentaram crescimento no emprego, sendo o Sudeste responsável pela criação, em todos os setores, de 655 mil postos de trabalho, o que representa um aumento de 3,20%. O Sul obteve 234 mil postos (3,41); o Nordeste, 190 mil (3,15%); o Centro-Oeste, 150 mil (5,33%); e o Norte, 71 mil (4,20%). São Paulo foi o estado que mais gerou emprego no ano, com 336 mil novos postos, seguido por Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul.

Fonte: piniweb.com.br

Teresina ganhará câmara setorial da construção civil

A meta é estreitar as relações do Município com o segmento.

Teresina ganhará uma Câmara Setorial da Construção com o objetivo de estimular o desenvolvimento do setor. O anúncio foi feito ontem (24) pelo prefeito Firmino Filho durante encontro com representantes do Sindicato das Indústrias da Construção Civil de Teresina (Sinduscon), no Palácio da Cidade.

O encontro serviu para a apresentação de reivindicações da categoria. O presidente do Sinduscon, André Baia, explicou que entre as reivindicações estavam a realização de reuniões periódicas com de representantes da Prefeitura com o setor, a agilização dos processos de vistoria e análise de projetos pelo Corpo de Bombeiros, a instalação do pólo industrial de Teresina para a atração de novas indústrias e fornecedores, a desburocratização na liberação das guias de recolhimento do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) e gestões junto ao Comando Militar da Aeronáutica para que sejam revistos os limites altura de novos edifícios a serem construídos na cidade.

O empresário José Luis Fortes defendeu o estabelecimento de prioridade para o recebimento de processos da indústria da construção civil. “Somos um dos segmentos que mais geram empregos na capital e precisamos que os processos sejam desburocratizados ou agilizados”, disse.

Para o prefeito Firmino Filho, o setor da construção civil merece atenção especial. Ele anunciou a criação de uma câmara setorial para tratar exclusivamente dos problemas relacionados à construção civil. “Vamos criar uma canal de diálogo permanente com o empresariado da construção civil a exemplo do que pretendemos fazer com os demais segmentos da economia. Vamos debater e construir a cidade que queremos para o futuro”, garantiu.

Fonte: 180graus.com