Arquivo mensais:dezembro 2012

Instituto da Construção lança unidade em Itu

Inovador e atento às dificuldades do setor da construção civil, empresário promete solucionar o problema da falta de mão de obra capacitada na região.

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Oferecer uma solução rápida para o problema da falta de mão de obra qualificada na área de construção civil foi a aposta do empresário David Pinto ao lançar o Instituto da Construção. A ideia surgiu com a experiência do empresário na “Doutor Resolve”, franquia na área de reparos e reformas, que já conta com 550 unidades no país. “Os franqueados da Doutor Resolve sentem diariamente as dificuldades do mercado em encontrar mão de obra qualificada,” afirma David. Para apresentar uma solução dentro da própria empresa e também para o setor de forma geral, foi desenvolvido o projeto de uma escola profissionalizante, com diferentes cursos no segmento da construção civil, um dos setores que mais cresce em ritmo acelerado no país.

Presente no mercado desde dezembro de 2011, o Instituto da Construção já conta com 60 unidades distribuídas em regiões como Minas Gerais, Espírito Santo, Ceará, Maranhão, Goiás, Rio Grande do Sul e, a partir de agora, mais uma em São Paulo, na região de Itu. A nova unidade será gerenciada pelo empresário Fabio Speroni.

Entre os cursos oferecidos pelo Instituto da Construção estão o de formação básica (Eletricista, Gesso Acartonado, Instalador Hidráulico, Instalador de Alvenaria), na área de reparos e reformas (Decoração de Interiores, Jardinagem & Poda, Paisagista, Chaveiro, Reparos & Reformas) e de Suporte e Gestão (Atendimento de Loja, Comprador, Leitura e Interpretação de Plantas, Mestre de Obras e Técnico em Transações Imobiliárias). Com mensalidades que variam de R$ 99 a R$ 250, o Instituto da Construção atinge principalmente os trabalhadores das classes C, D e E, oferecendo cursos com grades modulares e flexíveis, com alternativas no período da noite e aos sábados.

Fonte: jornalperiscopio.com.br

Em 2012 morreram 33 trabalhadores no setor da construção, menos cinco do que em 2011

Em 2012 morreram 33 trabalhadores da construção civil, menos cinco do que em 2011, anunciou hoje o presidente do Sindicato da Construção Civil de Portugal, referindo que sete trabalhadores foram “mortos” por incumprimento de regras de segurança.

Em conferência de imprensa realizada hoje no Porto para apresentar o balanço da campanha 2012 alusiva à Higiene, Saúde e Segurança no setor da construção, Albano Ribeiro anunciou que “morreram 26 trabalhadores” no setor da construção e que foram “mortos mais sete” por falta de segurança em algumas empresas.

“É preocupante o desinvestimento que se está a verificar em muitas empresas do setor da construção, no que diz respeito aos meios de proteção quer individuais, quer coletivos, o que pode levar a que no próximo ano se verifique um grande aumento de acidentes mortais no setor”, alertou.

Albano Ribeiro admitiu que há empresas que “em nome da crise, obrigam os trabalhadores a pagar os meios de proteção” e denuncia que é “precisamente em empresas com este tipo de pensamento e desrespeito à lei vigente em relação às questões de segurança, onde mataram sete trabalhadores”.

“É preocupante o enorme desinvestimento que se está a verificar no setor em nome da crise, em relação às questões de higiene, saúde e segurança”, refere o sindicalista, acrescentando que as mortes naturais no setor também têm aumentado porque as empresas “não pedem exames médicos” aos trabalhadores, nem “avaliam” a forma física.

Segundo o Sindicato da Construção em Portugal houve um decréscimo de trabalhadores mortos este ano em relação a 2011 com a ajuda da campanha 2012, onde se realizaram “307 ações de sensibilização pedagógica alusiva à segurança, nas quais foram contatados 60 mil trabalhadores”.

Para 2013, o Sindicato da Construção de Portugal prevê incidir as ações e intervenção nas pequenas empresas, que “são as que menos cumprem as normas de segurança”.

Para o ano, Albano Ribeiro estima que o número de desempregados no setor vá aumentar “com mais alguns milhares de trabalhadores”, caso não arranquem obras de requalificação da linha férrea e de requalificação nas cidades.

 

Fonte: www.rtp.pt

Atividade da construção teve queda em novembro

Nível de atividade caiu em comparação com outubro e com novembro de 2011

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O mês de novembro não foi bom para a indústria da construção civil, com queda do indicador que mede o nível de atividade do setor para 49,1 pontos. Em outubro, esse indicador havia registrado 50,1 pontos. O dado está presente na “Sondagem Indústria da Construção”, estudo divulgado na manhã desta terça-feira pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O estudo é realizado em parceria com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). O indicador de nível de atividade do setor no mês passado ficou, inclusive, abaixo do que foi registrado em novembro de 2011 (49,4 pontos). Os valores da pesquisa variam de zero a cem. Acima de 50 indicam atividade acima do usual.

O nível de atividade em relação ao usual marcou 46,3 pontos em novembro, o que também representa queda em relação a outubro, quando ficou em 47,3 pontos. De acordo com o estudo, o baixo nível de atividade em relação ao usual é comum a todos os portes de empresas em novembro: 44,8 pontos para as pequenas; 47,8 para as médias e 45,9 para as grandes. A Utilização da Capacidade de Operação (UCO) ficou em 71% em novembro, ante 70% em outubro. De acordo com o economista da CNI Danilo Garcia, o comportamento do setor da construção reflete o desaquecimento da economia como um todo. “A indústria da construção não está imune à desaceleração do restante da economia”, avalia.

Além disso, o número de empregados caiu em novembro. O indicador de evolução do número de empregados situou-se em 47,6 pontos, abaixo da linha dos 50 pontos, o que indica retração. Em outubro, o indicador sobre o número de empregados havia alcançado 49,6 pontos. Desde abril o número de empregados da construção não cresce, alertam a CNI e a CBIC. Essa queda reflete a situação das pequenas e grandes empresas (47,2 e 46,2 pontos, respectivamente), uma vez que as médias empresas apresentaram estabilidade no número de empregados (50,3 pontos).

Apesar do cenário pouco favorável em novembro, a pesquisa apurou que, em relação aos próximos seis meses, as expectativas continuam positivas, considerando percepções dos empresários da construção em dezembro, com indicadores acima dos 50 pontos. O indicador de expectativa sobre nível de atividade marcou 56,3 pontos em dezembro, ante 55,2 pontos em novembro. O indicador de perspectiva quanto a novos empreendimentos e serviços ficou em 57,4 este mês, ante 55,5 pontos do mês passado. O indicador de expectativa sobre compras de insumos e matérias-primas ficou estável em dezembro, com os mesmos 55,4 pontos de novembro. O indicador de perspectiva sobre números de empregados alcançou 55,4 pontos este mês, ante 53,8 pontos no mês anterior.

Para a elaboração da “Sondagem Indústria da Construção” de novembro foram realizadas consultas a 455 empresas, sendo 146 pequenas, 198 médias e 111 grandes. A coleta das informações ocorreu entre os dias 3 e 13 de dezembro.

Fonte: exame.abril.com.br