Arquivo mensais:outubro 2012

Em quatro meses, cinco operários da construção civil morrem em canteiros de obra no Amazonas

De junho de 2012 até este mês de outubro, cinco operários da construção civil que atuavam em regime de trabalho temporário, morreram enquanto trabalhavam em canteiros de obra na cidade de Manaus.

A informação é do presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil do Amazonas (Sintracomec-AM), Cícero Custódio.

“Infelizmente, pela necessidade, essas pessoas aceitam trabalhos temporários como terceirizados em empresas que não oferecem qualquer tipo de suporte aos contratados. Eles vão para a obra sem o equipamento de segurança, utilizam materiais inadequados para o serviço e quando se machucam são levados para o hospital público, pois não possuem seguro médico”, comentou Custódio.

O Sindicato deve anunciar nesta terça (16), durante entrevista à imprensa, às 10h na Rua São Raimundo, bairro Glória, Zona Sul, na sede da Sintracomec, uma parceria do Sinduscon-AM para criar uma associação dos trabalhadores terceirizados da construção civil.

“Nós queremos resguardar estes trabalhadores e impedir que qualquer empresa de construção possa contratar operários em regime temporário sem oferecer condições mínimas aos seus contratados. Muitas vezes, além de estarem sujeitos à morte, também correm o risco de não serem pagos pelos empreiteiros destas empresas. Isso não é raro de acontecer, e precisa parar”, finaliza Custódio.

 Fonte: acritica.uol.com.br

Ações preventivas contribuem para redução de acidentes na construção civil

Com um ritmo intenso de trabalho e atividades que demandam esforços repetitivos e escaladas em grandes alturas, trabalhadores do ramo da construção civil enfrentam vários perigos no exercício da profissão. Quedas, carregamento de peso de forma incorreta, descaso com Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e falta de fiscalização são alguns dos fatores que podem gerar acidentes graves no setor. Contudo, algumas atitudes simples podem ajudar a evitar esse tipo de situação.

De acordo com a gerente de Recursos Humanos da Emadel Engenharia e Obras, Josi Moraes, não há registros de ocorrências entre funcionários da empresa nos últimos anos.   “A redução de acidentes foi possível graças ao investimento em ações preventivas dentro dos canteiros. Qualquer erro, engano ou descuido pode desencadear uma série de consequências, com perdas muitas vezes irreparáveis”, afirma Josi.

Entre as medidas adotadas pela empresa, estão a distribuição de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), como luvas, capacetes, cintos, botinas e máscaras, a capacitação de funcionários por meio de cursos e palestras, além de fiscalização constante pelos técnicos de segurança e mestres de obra.

Materiais didáticos
Para que o acompanhamento dê certo, todos os profissionais devem ser treinados para o exercício e supervisão da segurança no meio de trabalho. Logo na admissão, os colaboradores recebem cartilhas ilustrativas com orientações sobre proteção respiratória, uso de cintos de segurança, bem como uma lista de todos os EPIs obrigatórios, acompanhados por fotos, nome e finalidade de uso.

De acordo com Josi, as medidas que devem ser tomadas pelas empresas são simples e de fácil aplicação, porém exigem comprometimento tanto por parte da organização como do funcionário, configurando uma espécie de controle de perdas. “O colaborador presente no canteiro de obras traz resultados positivos, enquanto seu afastamento por conta de acidente de trabalho provoca danos financeiros para a organização e para si próprio, além ficar parado por conta de recuperações físicas e emocionais”, explica a gerente.

Fonte: paranashop.com.br

Escola de Construção Civil do Bairro Sol Nascente forma 1ª turma

Cursos do Fussesp qualificam alunos na região Oeste para as profissões de pedreiro e assentador de piso e azulejo

Na última semana, a presidente do Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo (Fussesp), Lu Alckmin, esteve no Bairro Sol Nascente, na zona Oeste da capital, para entregar o diploma da Escola de Construção Civil a 62 alunos dos cursos de pedreiro e assentador de piso e azulejo.

O curso foi realizado entre os meses de julho e setembro deste ano por professores do Centro Paula Souza. Durante a formação, os alunos tiveram aulas práticas em ambientes que reproduziram situações reais, proporcionando o desenvolvimento de técnicas específicas a cada uma das atividades.

A primeira dama, Lu Alckmin, parabenizou os formandos. “Fico feliz em saber que vocês sairão daqui qualificados, com grandes chances de integrar o mercado de trabalho, que está tão carente de profissionais no segmento da construção civil”, afirmou a presidente do Fussesp.

Sobre a Escola de Construção Civil

O projeto da Escola de Construção Civil faz parte da Escola de Qualificação Profissional do Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo. Em abril de 2012, tiveram início as aulas de pedreiro, encanador e assentador de piso e azulejo na sede do Fussesp, no Parque da Água Branca, na capital. Em julho deste ano, foi inaugurada a segunda unidade da Escola no Bairro Sol Nascente, na zona Oeste.

Fonte: saopaulo.sp.gov.br